O meu salto para o vazio…

Partilho com vocês, uma das experiências mais espetaculares da minha existência: o meu salto de paraquedas! Foi profundamente especial, tanto pela maneira como apareceu a oportunidade como por ter sido algo que fez de mim, naquele momento, a mulher mais radiante do universo! Para além de tudo isso, foi uma experiência memorável!

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Saltei em Évora, no Alentejo, um local arrebatador, caracterizado pelas incomparáveis planícies alentejanas. Quando chegamos, é-nos dada um breve esclarecimento de como tudo se vai passar. Depois disso, vestimos um fato bem sexy (not!) e vamos para o avião. No meu caso, foi uma viagem bem calma. Amo correr estes riscos (controlados!), sentir a adrenalina e agitação! Quando a porta se abriu foi também tranquilo. Foi apenas quando coloquei os pés na asa do avião é que me ocorreu: “Bem… isto é um bocadito alto… mas vamos a isso!”.

Foram 4000 metros de loucura! Os primeiros instantes em queda livre são irreais. É uma sentimento de liberdade único. Mas ao mesmo tempo é impossível não pensar: “onde é que me agarro?!”. Depois, quando nos começamos a acostumar àquela sensação tão diferente de vazio, o paraquedas abre e pronto… toda a velocidade que se experienciou até ao momento, transforma-se em calma. Caímos ao sabor do vento pacificamente. Por essa altura já é possível descortinar a beleza de toda a zona envolvente e invade-nos uma vontade enorme de fazer rewind e voltar a saltar do avião! Ao mesmo tempo, penso melhor e se calhar, mesmo bom é pôr os pezinhos em terra firme! 🙂

É impossível disfarçar o sorriso de orelha a orelha mesmo antes de aterrar. É uma sensação de satisfação única! Se vale a pena experimentar? Sem dúvida! Se quero mais? Não sei! 🙂

O que gostei mais? Da sensação de vazio. Se me sentia preparada? Só pensei nisso, no momento em que me perguntaram precisamente se estava preparada. Francamente… Acho que estamos sempre preparados para tudo na vida…

Lista de dicas do ArchDaily para quem pretende seguir arquitetura e/ou design de interiores

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Para quem como eu, pretende vir a seguir arquitetura e/ou design de interiores, o website ArchDaily produziu uma lista de sugestões para os futuros estudantes universitários que querem no futuro ter os seus ateliers ou as suas empresas de decoração de interiores. Aqui ficam:

Fazer perguntas – Possivelmente, nunca mais estaremos num local de aprendizagem com tantos especialistas e pessoas predispostas a ensinar. À que aproveitar!

Ser autodidata – Mesmo que aprendamos bastante com os professores e colegas, é essencial saber pesquisar temas que não estão inseridos no programa curricular. A internet está cheia de tutoriais completos e atualizados!

Organizar a sua pesquisa académica – Organizar a pesquisa não só aperfeiçoará os resultados obtidos, como também auxiliará ao desenvolvimento das suas preferências e pode ser muito útil futuramente como uma ferramenta profissional.

Viajar – Nada se assemelha às experiências de viajar e de conhecer na primeira pessoa a arquitetura de capitais famosas.

Ler muito – Utilizar a biblioteca da universidade para encontrar revistas e livros e visitar assiduamente websites e blogs da área.

Não ter receio de colocar perguntas aos professores – Existem várias formas de ver a arquitetura e o design de interiores e ser o clone de alguém não vai auxiliar a encontrar a sua própria visão. Os trabalhos que serão desenvolvidos durante o curso serão muito mais interessantes e pessoais se, para além de aplicar tudo o que irá aprender com os professores, também os questionar e desafiar ocasionalmente.

Perseverança – A frustração e a desilusão fazem parte do trajeto da vida quando se estuda arquitetura. Todos os anos será colocada à prova, a vontade de continuar nesta área profissional. Se for realmente apaixonado pelo que faz, tenha sempre em mente o resultado final.

Ser paciente – Ter de ouvir um professor ou colega arrogante pode ser um frete. No entanto, aprende-se sempre alguma coisa nova, nem que seja o que não se deve fazer.

Ir às aulas – Pode parecer demasiados óbvio, mas é normal que estudantes de arquitetura faltem às aulas para terminar projetos. Para além de se estar a privar de uma pausa no trabalho, estará também em certa medida a desrespeitar professores que despenderam tempo e dedicação a preparar as aulas. Já para não falar no desperdiçar de dinheiro pago à universidade em propinas.

Manter-se ocupado – Apesar de os tempos livres não serem muitos, é essencial ter um passatempo, fazer desporto, ou qualquer outra coisa que nos mantenha ocupados com algo produtivo.

Agora é estudar para um dia chegar ao nível dos decoradores querido mudei a casa! 🙂

Texto adaptado do Arch Daily.

Conversa de meninas: A pílula do dia seguinte

Não me perguntem porque é que estou a escrever este post.
Dito isto, acho que é fundamental todas as mulheres saberem um pouco mais sobre este medicamento, quando tomar e efetivamente, se o devem tomar.

Um dos factos mais relevantes sobre a pilula do dia seguinte é que esta não deve ser utilizada como método de contraceção. Esta pílula é um anticoncecional de emergência, que deve ser administrado de forma refletida e apenas quando o método utilizado normalmente falha.

É utilizada para evitar uma gestação indesejada ou após relações sexuais não protegidas. O grande problema é que a falta de informação sobre este medicamento está a fazer com que uma grande quantidade de mulheres tomem o comprimido quase como rotina, sem qualquer tipo de cuidado. Mas para tomar esta pílula é preciso o consentimento do nosso ginecologista, que é a pessoa mais habilitada a indicar a necessidade de a administrar ou não.

Como acontece com todos os fármacos, existem contraindicações. É só ler a bula antes de ingerir. E em relação ao mito de que o efeito diminui se a pessoa tomar a pílula várias vezes, isso é completamente falso. A grande questão é que a proteção da pílula anticoncecional diária é muito maior do que a da pílula do dia seguinte. Ou seja, existe mais risco de engravidar tomando a pílula do dia seguinte, do que usando a pílula anticoncecional normal. Por isso, volto a repetir, não se deve utilizar a pilula do dia seguinte como método de contraceção! A dosagem hormonal é muito maior! O mais adequado é usar (sempre) a pílula diária, ou outro método como o preservativo.

Deixo aqui algumas perguntas e respostas mais comuns sobre o uso da pílula do dia seguinte.

Quando usar?

Logo depois da relação sexual desprotegida que apresente risco de gravidez. Mas, procure orientação médica antes de a tomar. Porque apesar do nome ser “pílula do dia seguinte”, ela deve ser tomada logo após a relação até 72 horas depois. Quanto mais rápido tomar a pílula, mais pequeno é o risco de engravidar.

Como usar?

A carteira tem dois comprimidos. O primeiro deve ser tomado logo, em até 72 horas após o ato sexual. O segundo deve-se tomar 12 horas depois do primeiro. Se ingerido nas primeiras 24 horas, a hipótese de engravidar é inferior a 1%. Nas primeiras 72 horas, pode chegar a 5%.

Como atua a pílula?

Se a fecundação ainda não se deu, a pílula vai impossibilitar o encontro do óvulo com os espermatozoides. Na possibilidade de já se ter dado a fecundação, o papel da pílula é no sentido de impossibilitar a implantação do ovo fecundado no útero. Se a mulher já se encontrar grávida, não terá qualquer efeito.

É necessário receita médica?

As farmácias deveriam pedir a receita, mas normalmente não o fazem. Hoje em dia, qualquer mulher pode adquirir a pílula do dia seguinte. No entanto, nunca deve decidir tomá-la sem antes consultar o seu médico ginecologista. Ele é o único capaz de dizer se a deve tomar ou não.

Há efeitos colaterais?

O grande efeito colateral desta pílula do dia seguinte é a desregulação do ciclo menstrual. É possível também que surjam náuseas e dores de cabeça.

Casas Modulares, já ouviram falar?

Imaginem que poderiam encomendar a vossa casa a partir de um catálogo, como se fosse um produto. Seria possível escolher o tipo de materiais, as cores, o tamanho das áreas, os acabamentos, tudo conforme as vossas necessidades, ou seja, uma casa customizada ao mais ínfimo pormenor. A verdade é que tudo isto já não é ficção, é bem possível e real e dá pelo nome de casas pré fabricadas modulares. Há cada vez mais gente a aderir a este tipo de construção, pela rapidez, nível de customização e principalmente pelo preço.

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Os meus pais sempre quiseram trocar o apartamento por uma vivenda, mas a verdade é que os valores eram demasiado diferentes. As casas modulares vieram desfazer esse gap.

As casas modulares pré-fabricadas não são nada mais que habitações pré construídas, divididas por módulos, que se encontram já prontos a serem montados. E é nesta ideia de “módulos” que assenta uma das suas grandes vantagens, a rapidez de construção, que está ligada obviamente à facilidade de montagem destas unidades.

Imaginem um lego, estas casas funcionam na mesma lógica. As peças são montadas e vão-se, como que, encaixando umas nas outras, de forma simples e rápida. Outra grande vantagem que facilita a construção, é que a produção de cada módulo é efetuada em fábrica, o que torna a execução do projeto muito mais fácil, pois não é afetada por fatores climatéricos.

Outro aspeto interessante nestas construções modulares é o número de possibilidades na altura de escolher o design da casa. Para além de terem disponíveis inúmeras possibilidades de layouts, onde nós escolhemos cada um dos espaços de acordo com as nossas preferências e/ou necessidades, é possível também fazer mudanças estruturais à casa. O que é que eu quero dizer com isto, se em alguma altura quisermos acrescentar ou aumentar alguma divisão da casa, basta apenas juntar mais um módulo. Incrível, não é? 🙂

Para uma boa explicação sobre casas modulares, a wikipédia é a melhor fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Modular_building

Nós já avançamos! Os meus pais estão super ansiosos… e eu também! Quem sabe se o próximo passo não será uma piscina… terreno temos bastante! 🙂

As minhas dicas para desentupir canos

Aqui está um problema que todos de certeza já tivemos a oportunidade nada encantadora de ter de resolver. Esse mesmo, canos entupidos!

É normal em qualquer casa (a não ser que se faça um ótimo serviço de prevenção, coisa que hoje em dia com a multiplicidade de compromissos que todos temos, acho improvável), de vez em quando depararmo-nos com este fantástico acontecimento. O meu primeiro instinto diz-me para pedir a uma empresa de desentupimentos ajuda para tratar do assunto. No entanto, não custa (muito) pegar num desentupidor e fazer a primeira tentativa. Se tivermos sorte até resolvemos e poupamos umas massas! 🙂

Antes de tratar de desentupir o cano é preciso que se perceba onde é a origem do problema, porque logicamente, os procedimentos de serão diferentes para cada situação.

O que me acontece a mim é lembrar-me de fazer estes serviços a horas totalmente impróprias! E em dias espetaculares como domingos ou feriados. Resultado, quando preciso de ajuda, não há ninguém para fazer o trabalho e tenho mesmo de ser eu a resolver a situação! Por isso mesmo, já ganhei alguma experiência nesta arte do desentupimento, por isso, aqui ficam algumas dicas:

Se o cano entupido é na cozinha, é bastante provável que o problema esteja na caixa/filtro de gordura que, regra geral, nos esquecemos de limpar e só nos lembramos quando já é tarde demais. E mesmo assim, muitas das vezes nem é esquecimento, é mesmo pouca vontade de ir limpando as “entranhas” da cozinha de tempos a tempos! Vamos adiando, adiando e adiamos tanto que a caixa fica cheia de impurezas. E quando finalmente ganhamos coragem de fazer a (mal)dita limpeza, o desentupimento já é uma necessidade!

Se o cano entupido for na casa de banho, a conversa já é outra e nestes casos, geralmente, a origem do problema está em cabelos que estarão a impedir a passagem da água. Nestas situações, o desentupimento torna-se bem mais fácil. Para já porque a única coisa que passa em ralos da banheira ou lavatórios é apenas água com gel de banho e shampô. É com certeza ais fácil de lidar do que os problemas da cozinha! 🙂

Normalmente, se enfiarmos no ralo uma mangueira com pressão suficiente de água, geralmente é mais que suficiente para desentupir o cano. Se mesmo assim não funcionar, temos de abrir o ralo, ver qual é o cano de saída da água e fazer o processo inverso, ou seja, colocar a mangueira do ralo para cima.
E se nenhuma destas táticas funcionar, aí o melhor é mesmo chamar um especialista!

Pois é, vou pôr aparelho dentário…

Pois é sonhadoras, já dizia o outro: ano novo, vida nova! Vou começar a ter um sorriso metálico já em fevereiro! E vai durar pelo menos durante uns dois aninhos… MAS, no fim, quando tirar aquele horrível aparelho dentário, vou ficar com aquele sorriso de super-modelo! 🙂

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Foi uma resolução de ano novo, e assim, esta semana fui até à minha clinica dentaria em lisboa, expliquei ao meu dentista o que queria e ele deu-me duas opções de escolha:

o aparelho autoligado

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Este tipo de aparelho não tem aquelas famosas borrachinhas que os adolescentes adoram e que se divertem a trocar as cores todos os meses quando vão à consulta de manutenção. A grande vantagem deste aparelho e do tratamento é que é muito mais rápido e indolor, porque utiliza uma força mais leve, que o nosso organismo aceita com facilidade. E a maior vantagem de todas (para mim, claro!) 🙂 é que não requer que se faça nenhuma extração dentária!!! Graças a Deus! ♥

Aparelho Convencional

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Esse é aquele famoso aparelho que toda a gente tem, o tal das borrachinhas coloridas, que apesar de bonitas prejudicam o desenvolvimento do tratamento porque, segundo meu dentista, acumulam bactérias com muita facilidade, o que leva ao aparecimento de cáries dentárias, tártaro e mau hálito. Para além disso, estas borrachinhas causam muito atrito com o fio metálico, o que faz com que o tratamento seja mais lento, doloroso, e com risco de prejudicar a gengiva e os próprios dentes. (Bem, quem me ouvir falar, pensa que sou dentista! 😀  )

A aplicação do aparelho correu bem, 2 horinhas que passaram a correr. Ainda me estou a habituar a este pedaço de metal colado aos dentes, mas segundo o meu dentista (que é um fofinho 🙂 e para mim, um dos melhores dentistas lisboa!) dentro de poucos dias estarei totalmente adaptada!

Espero ter a evolução da Carla, uma blogger que eu sigo:

Bem, os dentes dela eram bem piores que os meus! E se os dela já estão assim, a minha evolução vai ser muito mais rápida! Espero eu! 😉