Lista de dicas do ArchDaily para quem pretende seguir arquitetura e/ou design de interiores

estudante

Para quem como eu, pretende vir a seguir arquitetura e/ou design de interiores, o website ArchDaily produziu uma lista de sugestões para os futuros estudantes universitários que querem no futuro ter os seus ateliers ou as suas empresas de decoração de interiores. Aqui ficam:

Fazer perguntas – Possivelmente, nunca mais estaremos num local de aprendizagem com tantos especialistas e pessoas predispostas a ensinar. À que aproveitar!

Ser autodidata – Mesmo que aprendamos bastante com os professores e colegas, é essencial saber pesquisar temas que não estão inseridos no programa curricular. A internet está cheia de tutoriais completos e atualizados!

Organizar a sua pesquisa académica – Organizar a pesquisa não só aperfeiçoará os resultados obtidos, como também auxiliará ao desenvolvimento das suas preferências e pode ser muito útil futuramente como uma ferramenta profissional.

Viajar – Nada se assemelha às experiências de viajar e de conhecer na primeira pessoa a arquitetura de capitais famosas.

Ler muito – Utilizar a biblioteca da universidade para encontrar revistas e livros e visitar assiduamente websites e blogs da área.

Não ter receio de colocar perguntas aos professores – Existem várias formas de ver a arquitetura e o design de interiores e ser o clone de alguém não vai auxiliar a encontrar a sua própria visão. Os trabalhos que serão desenvolvidos durante o curso serão muito mais interessantes e pessoais se, para além de aplicar tudo o que irá aprender com os professores, também os questionar e desafiar ocasionalmente.

Perseverança – A frustração e a desilusão fazem parte do trajeto da vida quando se estuda arquitetura. Todos os anos será colocada à prova, a vontade de continuar nesta área profissional. Se for realmente apaixonado pelo que faz, tenha sempre em mente o resultado final.

Ser paciente – Ter de ouvir um professor ou colega arrogante pode ser um frete. No entanto, aprende-se sempre alguma coisa nova, nem que seja o que não se deve fazer.

Ir às aulas – Pode parecer demasiados óbvio, mas é normal que estudantes de arquitetura faltem às aulas para terminar projetos. Para além de se estar a privar de uma pausa no trabalho, estará também em certa medida a desrespeitar professores que despenderam tempo e dedicação a preparar as aulas. Já para não falar no desperdiçar de dinheiro pago à universidade em propinas.

Manter-se ocupado – Apesar de os tempos livres não serem muitos, é essencial ter um passatempo, fazer desporto, ou qualquer outra coisa que nos mantenha ocupados com algo produtivo.

Agora é estudar para um dia chegar ao nível dos decoradores querido mudei a casa! 🙂

Texto adaptado do Arch Daily.

Conversa de meninas: A pílula do dia seguinte

Não me perguntem porque é que estou a escrever este post.
Dito isto, acho que é fundamental todas as mulheres saberem um pouco mais sobre este medicamento, quando tomar e efetivamente, se o devem tomar.

Um dos factos mais relevantes sobre a pilula do dia seguinte é que esta não deve ser utilizada como método de contraceção. Esta pílula é um anticoncecional de emergência, que deve ser administrado de forma refletida e apenas quando o método utilizado normalmente falha.

É utilizada para evitar uma gestação indesejada ou após relações sexuais não protegidas. O grande problema é que a falta de informação sobre este medicamento está a fazer com que uma grande quantidade de mulheres tomem o comprimido quase como rotina, sem qualquer tipo de cuidado. Mas para tomar esta pílula é preciso o consentimento do nosso ginecologista, que é a pessoa mais habilitada a indicar a necessidade de a administrar ou não.

Como acontece com todos os fármacos, existem contraindicações. É só ler a bula antes de ingerir. E em relação ao mito de que o efeito diminui se a pessoa tomar a pílula várias vezes, isso é completamente falso. A grande questão é que a proteção da pílula anticoncecional diária é muito maior do que a da pílula do dia seguinte. Ou seja, existe mais risco de engravidar tomando a pílula do dia seguinte, do que usando a pílula anticoncecional normal. Por isso, volto a repetir, não se deve utilizar a pilula do dia seguinte como método de contraceção! A dosagem hormonal é muito maior! O mais adequado é usar (sempre) a pílula diária, ou outro método como o preservativo.

Deixo aqui algumas perguntas e respostas mais comuns sobre o uso da pílula do dia seguinte.

Quando usar?

Logo depois da relação sexual desprotegida que apresente risco de gravidez. Mas, procure orientação médica antes de a tomar. Porque apesar do nome ser “pílula do dia seguinte”, ela deve ser tomada logo após a relação até 72 horas depois. Quanto mais rápido tomar a pílula, mais pequeno é o risco de engravidar.

Como usar?

A carteira tem dois comprimidos. O primeiro deve ser tomado logo, em até 72 horas após o ato sexual. O segundo deve-se tomar 12 horas depois do primeiro. Se ingerido nas primeiras 24 horas, a hipótese de engravidar é inferior a 1%. Nas primeiras 72 horas, pode chegar a 5%.

Como atua a pílula?

Se a fecundação ainda não se deu, a pílula vai impossibilitar o encontro do óvulo com os espermatozoides. Na possibilidade de já se ter dado a fecundação, o papel da pílula é no sentido de impossibilitar a implantação do ovo fecundado no útero. Se a mulher já se encontrar grávida, não terá qualquer efeito.

É necessário receita médica?

As farmácias deveriam pedir a receita, mas normalmente não o fazem. Hoje em dia, qualquer mulher pode adquirir a pílula do dia seguinte. No entanto, nunca deve decidir tomá-la sem antes consultar o seu médico ginecologista. Ele é o único capaz de dizer se a deve tomar ou não.

Há efeitos colaterais?

O grande efeito colateral desta pílula do dia seguinte é a desregulação do ciclo menstrual. É possível também que surjam náuseas e dores de cabeça.

Casas Modulares, já ouviram falar?

Imaginem que poderiam encomendar a vossa casa a partir de um catálogo, como se fosse um produto. Seria possível escolher o tipo de materiais, as cores, o tamanho das áreas, os acabamentos, tudo conforme as vossas necessidades, ou seja, uma casa customizada ao mais ínfimo pormenor. A verdade é que tudo isto já não é ficção, é bem possível e real e dá pelo nome de casas pré fabricadas modulares. Há cada vez mais gente a aderir a este tipo de construção, pela rapidez, nível de customização e principalmente pelo preço.

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Os meus pais sempre quiseram trocar o apartamento por uma vivenda, mas a verdade é que os valores eram demasiado diferentes. As casas modulares vieram desfazer esse gap.

As casas modulares pré-fabricadas não são nada mais que habitações pré construídas, divididas por módulos, que se encontram já prontos a serem montados. E é nesta ideia de “módulos” que assenta uma das suas grandes vantagens, a rapidez de construção, que está ligada obviamente à facilidade de montagem destas unidades.

Imaginem um lego, estas casas funcionam na mesma lógica. As peças são montadas e vão-se, como que, encaixando umas nas outras, de forma simples e rápida. Outra grande vantagem que facilita a construção, é que a produção de cada módulo é efetuada em fábrica, o que torna a execução do projeto muito mais fácil, pois não é afetada por fatores climatéricos.

Outro aspeto interessante nestas construções modulares é o número de possibilidades na altura de escolher o design da casa. Para além de terem disponíveis inúmeras possibilidades de layouts, onde nós escolhemos cada um dos espaços de acordo com as nossas preferências e/ou necessidades, é possível também fazer mudanças estruturais à casa. O que é que eu quero dizer com isto, se em alguma altura quisermos acrescentar ou aumentar alguma divisão da casa, basta apenas juntar mais um módulo. Incrível, não é? 🙂

Para uma boa explicação sobre casas modulares, a wikipédia é a melhor fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Modular_building

Nós já avançamos! Os meus pais estão super ansiosos… e eu também! Quem sabe se o próximo passo não será uma piscina… terreno temos bastante! 🙂

As minhas dicas para desentupir canos

Aqui está um problema que todos de certeza já tivemos a oportunidade nada encantadora de ter de resolver. Esse mesmo, canos entupidos!

É normal em qualquer casa (a não ser que se faça um ótimo serviço de prevenção, coisa que hoje em dia com a multiplicidade de compromissos que todos temos, acho improvável), de vez em quando depararmo-nos com este fantástico acontecimento. O meu primeiro instinto diz-me para pedir a uma empresa de desentupimentos ajuda para tratar do assunto. No entanto, não custa (muito) pegar num desentupidor e fazer a primeira tentativa. Se tivermos sorte até resolvemos e poupamos umas massas! 🙂

Antes de tratar de desentupir o cano é preciso que se perceba onde é a origem do problema, porque logicamente, os procedimentos de serão diferentes para cada situação.

O que me acontece a mim é lembrar-me de fazer estes serviços a horas totalmente impróprias! E em dias espetaculares como domingos ou feriados. Resultado, quando preciso de ajuda, não há ninguém para fazer o trabalho e tenho mesmo de ser eu a resolver a situação! Por isso mesmo, já ganhei alguma experiência nesta arte do desentupimento, por isso, aqui ficam algumas dicas:

Se o cano entupido é na cozinha, é bastante provável que o problema esteja na caixa/filtro de gordura que, regra geral, nos esquecemos de limpar e só nos lembramos quando já é tarde demais. E mesmo assim, muitas das vezes nem é esquecimento, é mesmo pouca vontade de ir limpando as “entranhas” da cozinha de tempos a tempos! Vamos adiando, adiando e adiamos tanto que a caixa fica cheia de impurezas. E quando finalmente ganhamos coragem de fazer a (mal)dita limpeza, o desentupimento já é uma necessidade!

Se o cano entupido for na casa de banho, a conversa já é outra e nestes casos, geralmente, a origem do problema está em cabelos que estarão a impedir a passagem da água. Nestas situações, o desentupimento torna-se bem mais fácil. Para já porque a única coisa que passa em ralos da banheira ou lavatórios é apenas água com gel de banho e shampô. É com certeza ais fácil de lidar do que os problemas da cozinha! 🙂

Normalmente, se enfiarmos no ralo uma mangueira com pressão suficiente de água, geralmente é mais que suficiente para desentupir o cano. Se mesmo assim não funcionar, temos de abrir o ralo, ver qual é o cano de saída da água e fazer o processo inverso, ou seja, colocar a mangueira do ralo para cima.
E se nenhuma destas táticas funcionar, aí o melhor é mesmo chamar um especialista!

Pois é, vou pôr aparelho dentário…

Pois é sonhadoras, já dizia o outro: ano novo, vida nova! Vou começar a ter um sorriso metálico já em fevereiro! E vai durar pelo menos durante uns dois aninhos… MAS, no fim, quando tirar aquele horrível aparelho dentário, vou ficar com aquele sorriso de super-modelo! 🙂

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Foi uma resolução de ano novo, e assim, esta semana fui até à minha clinica dentaria em lisboa, expliquei ao meu dentista o que queria e ele deu-me duas opções de escolha:

o aparelho autoligado

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Este tipo de aparelho não tem aquelas famosas borrachinhas que os adolescentes adoram e que se divertem a trocar as cores todos os meses quando vão à consulta de manutenção. A grande vantagem deste aparelho e do tratamento é que é muito mais rápido e indolor, porque utiliza uma força mais leve, que o nosso organismo aceita com facilidade. E a maior vantagem de todas (para mim, claro!) 🙂 é que não requer que se faça nenhuma extração dentária!!! Graças a Deus! ♥

Aparelho Convencional

aparelho-conv

Esse é aquele famoso aparelho que toda a gente tem, o tal das borrachinhas coloridas, que apesar de bonitas prejudicam o desenvolvimento do tratamento porque, segundo meu dentista, acumulam bactérias com muita facilidade, o que leva ao aparecimento de cáries dentárias, tártaro e mau hálito. Para além disso, estas borrachinhas causam muito atrito com o fio metálico, o que faz com que o tratamento seja mais lento, doloroso, e com risco de prejudicar a gengiva e os próprios dentes. (Bem, quem me ouvir falar, pensa que sou dentista! 😀  )

A aplicação do aparelho correu bem, 2 horinhas que passaram a correr. Ainda me estou a habituar a este pedaço de metal colado aos dentes, mas segundo o meu dentista (que é um fofinho 🙂 e para mim, um dos melhores dentistas lisboa!) dentro de poucos dias estarei totalmente adaptada!

Espero ter a evolução da Carla, uma blogger que eu sigo:

Bem, os dentes dela eram bem piores que os meus! E se os dela já estão assim, a minha evolução vai ser muito mais rápida! Espero eu! 😉